quinta-feira, 2 de julho de 2009

( MAria Rita ) Quando iniciei o projeto de pesquisa juntamente com as minhas colegas eu escolhi a Sindrome de Down, pois a muitos anos pude descobrir como pode ser maravilhoso trabalhar com a inclusão e como este trabalho se torna melhor quando temos a tecnologia a nossa disposição.
A inclusão de alunos com Síndrome de Down pode ter na tecnologia uma ótima ferramenta auxiliar, além de abrir uma perspectiva ímpar no contexto do mundo atual, provocando uma reorganização da sociedade, com consequências e repercussões no contexto educacional e
a partir do desenvolvimento do projeto me lembrei do gosto que tenho pelo assunto inclusão e como foi importante para mim pesquisar estas informações referentes a Sindrome de Down, pois quero continuar me atualizando sobre este e outros tantos assuntos interessantes apresentados nos bloger.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir do planejamento do nosso projeto de aprendizagem, das pesquisas realizadas e dos processos desenvolvidos, retomamos as nossas certezas provisórias, as nossas dúvidas temporárias, os objetivos e a problemática inicial que gerou o projeto, a fim de discutí-las, buscando sistematizar o conhecimento construído durante o desenvolvimento do nosso projeto de aprendizagem.
Assim quanto as nossas certezas provisórias, podemos dizer que realmente é necessário e importante incluir digitalmente todos os indivíduos, sejam eles pessoas com deficiência ou não. Atualmente o mundo passa por inúmeras transformações que estão cada vez mais presentes nas salas de aula, no ambiente de trabalho e até mesmo nos momentos de lazer das pessoas. Sendo assim, a escola em primeiro lugar, deve dar condições para que os indivíduos possam estar preparados para se deparar e saber utilizar, da melhor maneira possível as tecnologias que tomam conta da sociedade. De acordo com Santarosa (in Campbell, 2001) "as ferramentas computacionais abrem um espaço de oportunidade, principalmente para as pessoas cujos padrões de aprendizagem não seguem os quadros típicos de desenvolvimento", tais estudos mostram que a diferença está em como essas pessoas com deficiência aprendem, e neste sentido as tecnologias digitais têm auxiliado pessoas com deficiência em suas aprendizagens. Atualmente assim como a tecnologia avança em termos de novos aparelhos digitais como telefones celulares cada vez mais equipados, câmeras digitais, computadores entre outros, se aprimora também em termos de tecnologias capazes de facilitar e melhorar a qualidade de participação dos indivíduos com deficiências. Vimos através do trabalho algumas formas de incluir digitalmente, por exemplo, os deficientes visuais através de programas como o DOSVOX, o VIRTUAL VISION e o JAWS que são capazes de permitir a pessoa que possui deficiência visual, utilizar o computador para realizar atividades diversas como escrever um texto no Word, navegar na internet entre outras coisas.

Quanto ás dúvidas temporárias que tínhamos inicialmente, podemos dizer que não as consideramos mais como dúvidas, mas sim como certezas, pois durante nossa pesquisa e dentro do campo de leituras que fizemos, constatamos que realmente a escola precisa ter profissionais preparados para trabalhar com os alunos com deficiência como também com os equipamentos tecnológicos que são essenciais para a aprendizagem desses alunos. Sobre o incentivo do governo, frente á inclusão digital, entendermos que muito esta sendo feito, mas que ainda tem muito a se fazer, pois a inclusão é um processo em construção, que vem desde a modernidade, mas o entendimento de tal processo pela sociedade é lendo, e se não criarmos políticas publicas para dar conta, fica ainda mais complicado de se incluir o sujeito com deficiência.

A partir de entrevistas e questionários desenvolvidos por nosso grupo durante nossa pesquisa, entendemos que a inclusão digital esta presente nas escolas, mas de maneira pouco significativa, ou melhor, sendo pouco aproveitada pelos alunos, isso se deve, pela falta de formação desses profissionais com relação as tecnologias, é uma recorrência entre os professores o fato de negarem as tecnologias.

Quanto aos nossos objetivos, entendemos que a inclusão das pessoas com deficiência está ai, e que a inclusão digital também, e que nós enquanto futuras professoras não podemos negá-las, mas sim trabalhar para que esses processos realmente aconteçam, e que as tecnologias são ferramentas de trabalho qualificadas, que podem se usadas de maneira adequada podem trazem resultados positivos frente ás aprendizagens desses sujeitos ditos com deficiência.
Para tanto, quando iniciamos nossa pesquisa, nossa intenção era de pensar o sujeito com deficiência dentro da escola e sociedade, e de como as tecnologias poderiam auxiliá-lo nesse processo. Com nossos estudos percebemos o quanto é difícil o lugar do sujeito com deficiência em nossa sociedade, em concordância com Lopes (2007), a inclusão é sem duvida um processo que está ai, e que não podemos negá-lo, o que precisamos é de formação para atender a estes alunos com deficiência.

(Alessandra) Este projeto de pesquisa me fez pensar o quanto é importante o uso das tecnologias digitais, nos processos de aprendizagem de alunos, sejam eles com, ou sem deficiência. Para mim, a própria tecnologia é uma maneira de incluir principalmente os deficientes e os socialmente excluídos da sociedade, para eles, através das tecnologias um novo mundo se abre, criando inúmeras possibilidades para aqueles que muitas vezes são considerados os que não aprendem. Particularmente gostei bastante de fazer essa pesquisa com minhas colegas, pois já atuo como professora de crianças com deficiência, e aprofundar meus conhecimentos nessa área só tende a melhorar minhas práticas enquanto professora. Quanto ao trabalho de grupo, considero que foi tranqüilo, sempre que foi necessário nos comunicamos virtualmente, tomando as decisões necessárias.

(Aline) Acredito que foi uma pesquisa de extremo valor e importância uma vez que este assunto é algo muito pertinente a nossa realidade como professor e como indivíduo que precisa conviver numa sociedade inclusiva e que, principalmente, saiba o real significado de incluir. As aprendizagens foram muitas desde o conhecimento das ferramentas que podem auxiliar o processo de ensino digital para pessoas com deficiência além de perceber os projetos que estão sendo realizados pelo país, inclusive no estado através da coordenadora de Pesquisa do Núcleo de Informática na Educação Especial da Ufrgs, Lucila Costi Santarosa e que até então não conhecia. Considero importante dizer que o conhecimento foi superficial em função da pouca disponibilidade de tempo durante o semestre, mas que certamente é válido continuar na busca por mais conhecimento sobre o assunto. Minha principal conclusão a respeito do assunto é de que para que a inclusão ocorra é necessário acima de tudo o preparo da equipe de professores que irão atender estes alunos para que eles saibam utilizar da melhor maneira as ferramentas disponíveis para auxiliá-lo e proporcionar uma aprendizagem.

(Maristela) Quando lancei a proposta de pesquisa às colegas, eu pensava em qualificar a minha prática pedagógica, pois trabalho diretamente com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. E entre estes alunos há alguns com deficiência. O Ambiente Informatizado da minha escola começou a funcionar há poucos dias, mas já na primeira semana, sentimos a diferença do envolvimento desses alunos e das possibilidades que teremos para trabalhar com eles.
Este projeto de pesquisa serviu para me dar mais certeza de que as tecnologias digitais podem contribuir muito no processo de inclusão de pessoas com deficiência. O uso destas tecnologias, na escola, traz benefícios tanto ao trabalho do professor quanto à aprendizagem dos alunos. O professor se sente mais capaz porque vê outras possibilidades de chegar até o aluno. E este cresce na aprendizagem e se torna mais reconhecido na sociedade por conseguir utilizar tecnologias tão atuais.
Durante o desenvolvimento do projeto, o nosso grupo tentou trabalhar de forma cooperativa. Sempre que necessário, nos comunicávamos por e-mail ou durante outras aulas que tínhamos juntas na UNISINOS.

CAMPBELL, Larry. Trabalho e cultura: meios de fortalecimento da cidadania e do desenvolvimento humano. Revista Contato – Conversas sobre Deficiência Visual – Edição Especial. Ano 5, número 7 – Dezembro de 2001. Disponível em http://d/Documents%20and%20Settings/Ju/Meus%20documentos/Ambientes%20digitais%20virtuais%20acessibilidade%20aos%20deficientes%20visuais_%20%20design%20acess%C3%ADvel.mht

In/exclusão: nas tramas da escola. / Organizadoras: Maura Corcini Lopes e Maria Cláudia Dal’Igna. – Canoas: Ed. Ulbra, 2007.


Imagem disponível em:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://vejaecomente.files.wordpress.com/2009/06/inclusao-digital.jpg&imgrefurl=http://vejaecomente.wordpress.com/&usg=__rZDrFP-fG3k7hkllWpj9suvR9DY=&h=342&w=400&sz=11&hl=pt-BR&start=148&um=1&tbnid=9425eAiHNPhziM:&tbnh=106&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dinclus%25C3%25A3o%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D140%26um%3D1

Imagem disponível em:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://joaoolavo.files.wordpress.com/2008/01/inclusao_digital.jpg&imgrefurl=http://joaoolavo.wordpress.com/2008/01/06/inclusao-digital-com-software-proprietario-incentiva-a-pirataria/&usg=__r7_xKtrBI1AFdliFhCSZahG5-84=&h=326&w=418&sz=9&hl=pt-BR&start=3&um=1&tbnid=Y1k1BbBG4GwHdM:&tbnh=97&tbnw=125&prev=/images%3Fq%3Dinclus%25C3%25A3o%2Bdigital%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1W1GFRE_pt-BR%26sa%3DN%26um%3D1

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Essa reportagem da folha, acredito, traz uma dimensão maior do quanto as tecnologias realmente auxiliam pessoas com deficiência. Leiam a reportagem, é bem interessante.

Bruno de Oliveira/Folha
Estudante Marco Aurélio Condez, 21, PC navega na internet usando o comando de voz desde que iniciou a terapia na AACD
"Nosso trabalho consiste em analisar as restrições dos movimentos da pessoa e indicar a melhor maneira de interagir com o PC, levando em consideração fatores como mobilidade e menor desgaste físico."
Os dispositivos que geralmente são recomendados incluem "roller mouses" (aparelhos que movem o cursor na tela por meio de uma esfera), tablets (telas sensíveis ao toque dos dedos), botoeiras adaptadas, ponteiras de cabeça (espécie de arco de alumínio que envolve a cabeça e que possui uma haste à frente da testa para a pessoa digitar no teclado) e sistemas de comando de voz como o brasileiro Microfenix, desenvolvido na UFRJ.
Esse software, com download gratuito na internet, é uma espécie de mouse virtual que aciona funções no PC e até digita textos por meio da voz do usuário, configurando uma excelente ferramenta para aqueles que possuem restrições nos braços e nas pernas.
Este é o caso do estudante Marco Aurélio Condez, 21, que navega na internet usando o comando de voz desde que iniciou a terapia na AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). "Meu filho sempre gostou de navegar na internet, mas antes a avó tinha de acompanhá-lo para digitar os endereços dos sites. Com o comando de voz ele passou a ficar mais tempo no PC e a utilizar a rede com mais agilidade, sozinho", conta a mãe do estudante, Vera Lucia Adão Condez.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u432164.shtml

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Reportagem da Revista Nova Escola


Olá colegas!


Neste mês, a revista Nova Escola traz em sua capa a reportagem "A tecnologia que ajuda a ensinar - Internet, DVDs e até celulares fazem a turma avançar se estiverem a serviço dos conteúdos escolares. Saiba quando e como usar esses recursos em todas as disciplinas" (ANO XXIV. Nº 223. Junho/Julho 2009).

É a reflexão sobre o uso das tecnologias digitais chegando até os professores!


No site da revista também há algumas das informações desta reportagem: http://revistaescola.abril.com.br/avulsas/223_materiacapa_abre.shtml


Aproveite as dicas da reportagem e boa leitura!

Atividades de matemática (projetos da UFRGS)

Olá Colegas!

A professora de matemática da minha escola trabalha no Laboratório de Estudos Cognitivos da UFRGS. Ela me contou que eles desenvolvem atividades/ jogos para trabalharmos com a matemática do Ensino Básico. Algumas atividades são online e outras podem ser impressas.
Ela me falou que alguns conceitos básicos de matemática, às vezes, não são bem trabalhados pelos professores no início da alfabetização, como a classificação e a seriação, e isto acaba comprometendo a compreensão dos alunos mais adiante.
A professora Paula me recomendou o seguinte site: http://mdmat.psico.ufrgs.br/pead a partir deste site encontrei outros sites e blogs com diferentes atividades e reflexões entorno do ensino da matemática e o uso da internet como ferramenta pedagógica.

No site: http://www6.ufrgs.br/sead1/edital11/adm/exibir.php?id=142 há informações sobre os objetivos do:

Projeto (IN FORMAÇÃO DE PROFESSORES – ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS E PROCESSOS PARA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA
Objetivos- Estudar e analisar a utilização de recursos de informação e comunicação na aprendizagem de Matemática;
- Criar propostas didáticas que contemplem o uso da tecnologia informática no ensino e aprendizado da matemática do Ensino Básico;
- Explorar possibilidades de utilização de ambientes virtuais no ensino e aprendizagem da matemática e na educação aberta à distancia;
- Explorar possibilidades de utilização de ambientes virtuais na formação e para a informação de professores nas modalidades presencial e a distância.

Nos endereços abaixo há atividades e jogos. Fique a vontade para pesquisar!

Blog: Aula na Net (Criado por Flávio Wenzel)
http://aulananet.blog.terra.com.br/2009/03/27/dia-da-matematica-links/

Blog: Representação do Mundo Pela Matemática (Criado por Maria Inês)
http://mardalpias.pbworks.com/Representa%C3%A7%C3%A3o-do-Mundo-Pela-Matem%C3%A1tica

Blog: Matemática (Criado por Márcia Regina)
http://marcinha.pbworks.com/Matem%C3%A1tica

Jogos:
http://matematicao.psico.ufrgs.br/assessorias/iv2_062/dezembro/jogos.htm

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - INSTITUTO DE MATEMÁTICA / INSTITUTO DE PSICOLOGIA - Laboratório de Estudos Cognitivos
http://mdmat.psico.ufrgs.br/users/paula/pead/index.htm

Imagem disponível em: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.soprando.net/wp-content/uploads/2007/10/ed-digital.jpg&imgrefurl=http://www.soprando.net/ap/mcm_2007/inclusao-digital-ou-educacao-digital&usg=__w7gMy16iku4oGID8pdI3_NQrcKo=&h=278&w=413&sz=23&hl=pt-BR&start=153&um=1&tbnid=o4UrGryRJxcSGM:&tbnh=84&tbnw=125&prev=/images%3Fq%3Dinclus%25C3%25A3o%2Bdigital%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1W1GFRE_pt-BR%26sa%3DN%26start%3D140%26um%3D1

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Respeito as diferenças


Olá pessoal!
Estive olhando a LDB e acabei me deparando com uma informação bem importante para nós.
" O trabalho dos educadores de educadores da educação infantil corresponde a educar, oferencendo um atendimento comprometido com o desenvolvimento da criança em seus aspectos físicos, emocionais, cognitivos e sociais."
Baseando-me em outra leitura, constatei que a inclusão não é atribuida apenas a um sujeito específico, ou seja, a inclusão não se aplica somente a crianças com deficiência ou sob algum risco, mas a todas, compreendendo o seu desenvolvimento e sua aprendizagem. segundo Corina Dotti " a inclusão passa por uma mudança no modo de vermos o outro, de agirmos para que todos tenham seus direitos respeitados" ( p; 37,2008)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Jogos Boole!


Olá Colegas!

Nesta semana, começou a funcionar o Laboratório de Informática da minha escola. O professor do laboratório conseguiu alguns softwere muito legais para trabalhar com os alunos. Um deles é Boole, que trabalha com o racicínio lógico-matemático. Este programa não é gratuito, mas é uma possibilidade muito interessante para pensarmos. Uma colega da escvola usava este jogo anos atrás, com cartinhas de papel...
Acesse o site e jogue a versão demonstrativa do Boole: http://www.jogosboole.com.br/apresentacao.asp

Obs: Estas informações foram tiradas do site:

Os jogos visam o desenvolvimento da capacidade de raciocínio lógico através de histórias construídas sobre estruturas lógico-matemáticas, sob a forma de enigmas ou problemas. As histórias são trabalhadas e resolvidas com os jogos de cartas, chamados JOGOS BOOLE em homenagem ao matemático George Boole, um dos criadores da matemática utilizada nos computadores de hoje, a Álgebra Booleana fonte de inspiração deste trabalho. A idéia básica de Boole era de que as proposições simples da Lógica pudessem ser representadas por símbolos precisos, as relações entre duas proposições (frases) poderiam ser lidas com o mesmo rigor que uma equação algébrica. A partir da manipulação das cartas que representam os elementos dos problemas, as crianças aprendem a passar, progressivamente, do pensamento concreto ao pensamento abstrato. Jean Piaget afirmava :" O pensamento se desenvolve através de ações e não de palavras." O grande avanço tecnológico, a multiplicação de técnicas e o desenvolvimento dos sistemas de comunicação permitem o contato com uma quantidade imensa de informações sobre os mais diversos conteúdos. Por isso, os Jogos Boole partem do princípio de que nos tempos de hoje, mais do que nunca , é de fundamental importância o ensino do processamento de informações.
Os Jogos Boole são o resultado de um trabalho que foi desenvolvido há mais de 20 anos. O início deste processo ocorreu a partir das observações feitas por seus autores em sala de aula . Posteriormente , este método recebeu a aprovação de outros educadores e a oportunidade de ser apresentado no Congresso Mundial de Professores de Francês, na Grécia em 1988 e no ano seguinte para os pesquisadores da América Latina em Belo Horizonte. Além disso, participou do 1º Encontro de Informática Educativa do RS quando o Instituto Educacional João XXIII mostrou a aplicação dos Jogos Boole em suas salas de aula. Participou , ainda, do Congresso Nacional de Professores de Francês em Montevideo.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

DOSVOX

Entenda um pouco mais sobre o Dosvox assistindo aos vídeos. Em abril, a colega Aline postou informaçoes sobre este sistema que foi desenvolvido no Brasil (no Rio de Janeiro) para auxiliar os deficientes visuais na utilização do computador.
Um dos vídeos também mostra que o Dosvox pode incentivar o processo de alfabetização das crianças que não tem deficiência visual.

DOSVOX
http://www.youtube.com/watch?v=O5jEqDOGfNE&feature=related

DOSVOX E ALFABETIZAÇÃO
http://www.youtube.com/watch?v=nGr9obYzark&feature=related

quarta-feira, 10 de junho de 2009

NIEE - Núcleo de Informática na Educação Especial

Olá colegas... como vocês puderam ver deixei ontem um material sobre o EDUQUITO e entrando no site deles deixei uma mensagem falando do nosso Blog e solicitando algum material sobre a inclusão digital de pessoas com deficiência que pudesse enriquecer nosso projeto. Sendo assim, prontamente tive retorno e me indicaram o site cujo link segue abaixo para que todos possam conhecer um pouco desta realidade que vem sendo aprimorada por pessoas que realmente acreditam na mudança de concepção de um ensino voltado a todos, com o uso das tecnologias que podem facilitar e promover um ensino de maior qualidade e significados.
Gostaria de aproveitar e agradecer o retorno e a contribuição em nosso blog!!!
Ao longo dos dias que seguirem iremos trazer alguns aspectos deste material com os devidos comentários.

terça-feira, 9 de junho de 2009

EDUQUITO

A partir de algumas pesquisas na WEB encontrei um texto de Lucila Maria Costi Santarosa etc al "Acessibilidade em Ambientes de Aprendizagem por Projetos: construção de espaços virtuais para inclusão digital e social de PNEEs" que segue completo no link abaixo mas faço um breve comentário no parágrafo que segue.

Primeiramente a sigla PNEEs significa Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais e o texto apresenta uma ferramenta digital, o EDUQUITO que tem como proposta ser um ambiente de inclusão digital/social oferecendo recursos de acessibilidade a estas pessoas.
Acessados em 09/06/2009

Não adianta fugir...

Este vídeo mostra que as inovações e as mudanças chegaram e estão cada vez evoluindo mais... por isso "não adianta fugir" temos sim é que nos apropriarmos destas mudanças e procurar utilizá-las com o propósito para o qual estão aí que é o de facilitar a nossa vida.
Acessado em 09/06/2009

Vídeo sobre o uso das tecnologias na educação...

Este vídeo traz rapidamente sugestões de ferramentas tecnológicas como os BLOGS e o WIKKI que podem ser usadas na educação inclusive na educação inclusiva de pessoas com deficiência.
Acessado em 09/06/2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mais um bom Projeto que pretende trabalhar com "A Inclusão Social pela Cultura Digital"

Pesquisando vídeos na internet, encontrei uma entrevista sobre O Plug Minas. Achei muito interessante a proposta deles e busquei outras informações sobre o assunto:

O Governo do Estado de Minas Gerais apresenta o Plug Minas, um centro de formação e experimentação digital onde jovens de 15 a 24 anos, estudantes das diversas escolas da rede pública do estado, vão desenvolver competências para lidar com os mais variados aspectos da tecnologia e da cultura digital - por meio do acesso irrestrito às redes e da autonomia para produzir informação, arte e cultura.
O objetivo é promover a apropriação dessa cultura pelos jovens, para que cada um se coloque no mundo como protagonista de sua própria trajetória e possa usufruir o seu direito ao trabalho, à educação e à participação.
Confira mais informações em:http://www.plugminas.mg.gov.br/o-que-e.html
Assista o vídeo da entrevista na Rede Minas (27/04/09):
Inclusão Social pela Cultura Digital:http://www.youtube.com/watch?v=2fyBWT2WQl8

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Questionário realizado com professora da rede municipal de São Leopoldo.

a- A sua escola desenvolve atividades a apartir de alguma tecnologia digital? Qual?
Sim, desde o ano passado quando ganhamos os microcomputadores e os softwares da Prefeitura, desenvolvemos algumas atividades. Ganhamos duas mesas educacionais e alguns softwares como kid pix, enciclopédia e dicionário.

b- Você acha que estes softwares contribuem positivamente para a aprendizagem dos alunos?
Em alguns casos sim. Temos a mesa Alfabeto e a E-blocks Matemática que trazem atividades bem diversificadas e de fácil acesso aos alunos pequenos e com dificuldade na aprendizagem.

c- A escola atende algum aluno portador de necessidades especiais?
Sim, temos alunos hiperativos, com TDHA e alguns ainda com laudos não esfecificados.

d- Estes softwares atendem as necessidades destes alunos?
Creio que sim, quando o período do laboratório se aproxima os alunos ficam ansiosos, além de recaptular o conteúdo desenvolvido em sala de aula; as atividades propostas pelos softwares são de fácil compreensão.

e- Você acha importante o uso das tecnologias no desenvolvimento dos alunos com necessidades especiais? Por que?
Em certos casos sim, pois existem algumas sindromes e transtornos que não permitem que o aluno fique atento durante um determinado tempo aos jogos ou atividades propostas. Mas temos também aqueles alunos que apresentam muita dificuldade de compreensão do conteúdo desenvolvido em sala de aula que acabam tendo a chance que aprender brincando e isto é muito bom .

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Entrevista realizada com o professor que assumirá o Laboratório de Informática de uma EMEF de Alvorada:

1) A sua escola desenvolve algum trabalho com alunos com deficiência utilizando as novas tecnologias digitais? De exemplos?
“Ainda não, porque agora é que estão terminando de montar os computadores na sala de informática. Teria que se pensar um trabalho específico, de acordo com cada deficiência tem um material apropriado, mas para pensar em material tem que se conhecer a deficiência”.

2) Você vê algum potencial pedagógico na exploração das tecnologias digitais pelos alunos com deficiência?
“Com certeza, inclusive para o deficiente visual, agora tem um programa que tu vai falando e o computador vai digitando”.

3) De que maneira, você enquanto professor busca aprendizagens que envolvam as tecnologias digitais?
“Eu to pensando em assessorar o professor dentro do planejamento dele, buscar conteúdos e habilidades para o trabalho, além de possibilitar o acesso a programas básicos, como o World e a internet como ferramenta de pesquisa”.

4) E a escola, como se posiciona com relação às novas tecnologias digitais?
“Coloca-se de forma favorável à utilização dessas ferramentas digitais”.
Olá colegas... participei do Blog "O professor no contexto da Educação à Distância" (http://senaedprofessoread.wordpress.com/) e tive oportunidade de ter acesso a diversas opiniões sobre o assunto da importância da aprendizagem digital em sala de aula na atualidade e como é importante que haja um aprimoramento, um acompanhamento bem direcionado do professor/a para que as atividades realizadas em sala de aula possam englobar o uso das ferramentas que ele tem a disposição e que podem tornar a aprendizagem muito mais interessante e significativa.
Segue o link de um vídeo que pode nos fazer pensar sobre esta prática que esperamos cada vez mais faça parte da nossa realidade para que a escola possa continuar a ser um dos locais mais importantes de construção da aprendizagem. Este link foi retirado do Blog acima o qual visitei.

http//www.youtube.com/watch?v=-uqDyBR29as

sábado, 30 de maio de 2009

Questionário realizado com Professora de escola Municipal de Ensino Fundamental.


1) A sua escola desenvolve algum trabalho com os alunos com deficiência utilizando as novas tecnologias digitais? De exemplos?

Profª: “Olha, minha escola pouco esta se atualizando com essas coisas de tecnologia digital. Aqui na escola a gente tem um aluno com sérios comprometimentos físicos, ele tem paralisia cerebral, e é necessário um computador adaptado para que ele consiga aprender, e a escola tem esse computador, mas é só esse que temos de tecnologia digital para trabalhar com alunos com deficiência.

2) Você vê algum potencial pedagógico na implantação das tecnologias digitais pelos alunos com deficiência?

Profª: “Sim, acredito que se o aluno não tem condições físicas ou mesmo metais de aprendizagem, é necessário que se tenha materiais que consigam dar conta das aprendizagens desses alunos.


3) De que maneira você enquanto professora busca aprendizagens que envolvam as tecnologias digitais?

Profª: “Como tenho pouco tempo, pois trabalho 40 horas, são poucos os momentos onde estou em contato com essas tecnologias digitais, e quando isso ocorre, é em forma de palestra, seminário e outros momentos que a escola nos oferece.


4) E a escola, como se posiciona com relação as novas tecnologias?

Profª: “Como já comentei, a escola não esta muito atualizada com essas novas tecnologias que surgem á todo momento. Acho que para uma escola que atende a um público que tem necessidades físicas, de aprendizagem e outros, seria necessário um investimento maior em tecnologias, visando uma melhor aprendizagem desses alunos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

7º SENAED - Seminário Nacional ABED de Educação a Distância

No sábado, pela manhã, participei da atividade Regulamentação do MEC para a EaD, com: José Manuel Moran, Fredric Michael Litto e Hélio Chaves Filho, do 7º SENAED - Seminário Nacional ABED de Educação a Distância "Polifonia na Docência e Aprendizagem Online". Nesta atividade não foi citada a questão específica da inclusão, mas os representantes do MEC falaram bastante da preocupação do governo com a qualidade da educação brasileira. Que esta qualidade deve estar presente tanto na educação à distância como da modalidade presencial.
Eles falaram mais do ensino à distancia dos cursos técnicos e de graduação, que preparam os professores e as outras pessoas que estão entrando no mercado de trabalho.
Nos últimos dez anos, muitos professores procuraram os cursos de graduação à distância para cumprir a exigência da LDB de que todos os professores tenham um mínimo de formação para atuarem.
Contudo, o MEC está preocupado com a forma como estes cursos tem organizado seus currículos e principalmente como os professores atuam com os alunos. Os técnicos do MEC tem ido a campo para visitar as instituições que trabalham com o ensino à distância, para ver se suas exigências estão sendo cumpridas. Há um grande crescimento da modalidade de ensino EaD, principalmente nas cidades pequenas, porém, tem ocorrido muitos equívocos por parte destas instituições. Muitos professores não tem propostas pedagógicas e as tecnologias necessárias para trabalhar com os alunos, como afirmou o professor Hélio Chaves Filho “não é só dar o conteúdo ao aluno”, é preciso interagir e intervir junto a aprendizagem do aluno.
Muitos alunos tem reclamado da qualidade do ensino EaD, no entanto, o MEC tem procurado mostrar que a modalidade EaD é boa, mas que precisa criar uma estrutura de qualidade para preparar bem o aluno. O professor Hélio também afirmou “nós queremos asfixiar aquelas instituições que estão más, as tecnologias que não são boas, estas não prosperarão (...)”.
Na minha escola, hoje utilizamos pela primeira vez a sala de informática para digitar os pareceres do trimestre. A sala ficou pronta há poucos dias. É muito bonita, bem equipada, todos os computadores tem acesso á internet e a disposição do espaço facilita que os alunos enxerguem o professor e os colegas. O tempo que passai lá, fiquei observando algumas colegas que estão se formando no curso de pedagogia à distancia. Não entendo como elas estudam à distância e mesmo assim não sabem usar os programas mais simples da informática, como o Word e a Internet. A função copiar e colar do Word parecia um bicho “papão”, se atrapalham para ligar e desligar o computador e para acessar a internet.
A Universidade que oferece este curso à distância, com toda certeza não potencializa o uso das tecnologias com os seus alunos. Assim, se formarão professores que não conseguirão pensar as tecnologias como aliadas no processo de ensino e aprendizagem de seus alunos, tenham eles alguma deficiência ou não.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Tecnologia a favor da inclusão.

Pensar na tecnologia a favor da inclusão é, pensar nas barreiras que podem ser quebradas, com um projeto sério e comprometimento de uma instituição e com as pessoas envolvidas no mesmo.
E esta reportagem que traz o jornal NH, localizado na cidade de Novo Hamburgo, demonstra este comprometimento, onde há um projeto de design inclusivo de equipamentos, brinquedos e vestuário. O objetivo é, desenvolver estes materiais e fazer com que crianças com deficiência possam desenvolver suas potencialidade, buscando conhecer e desenvolver aprendizagem.
Pra isso o uso de tecnologia é fundamental, pois as adaptações em equipamentos, como computador pode “facilitar” a vida de crianças que tenham alguma deficiência, nesse caso, mais especificamente motora.
Vale ressaltar também, o quanto é importante para as famílias, poder contar com este projeto, comenta uma mãe: “É muito gratificante ver a sua evolução”, isso mostra o quanto as tecnologias, podem auxiliar estas crianças e suas famílias, trazendo para ambos, perspectivas de um futuro melhor.

Referência: Suplemento especial do jornal NH -11 A 17 de agosto 2008. pág. 45 viver com saúde

Abraço: Alessandra